sábado, 12 de abril de 2014
NÃO SEI DIZER
Tempo. Quanto tempo não sei dizer. Não. Não sei dizer...Lembro do choque que passei quando vi minha estrutura de ser desmoronar. Embora não seja compreendida, não guardo ódio. Carrego sim uma grande e imensa dor... uma imensa saudade... uma profunda ausência... um indescritível vazio... um enorme buraco. Sentimentos que só quem vivência a perda violenta de uma filha amada sabe entender. Aguardo sim o momento de viver, novamente o amor que restou em mim. Embora eu acredite, que não há mais vida e sim uma sobre vida. Um modo de suportar o insuportável... (Rosângela G Andrade)
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