terça-feira, 25 de março de 2014

domingo, 23 de março de 2014

CATIVA

Hoje me sinto intensamente triste,invadida de desesperança.            Na lonjura do tempo. Minha condenação da ausência, me faz sem mudanças. Preciso chorar, preciso desabafar.Preciso me esvaziar. Não há lugar que me acolha. Por isso sou cativa do meu lar.                                                                (Rosângela G Andrade)

COMO SE FOSSE O ÚLTIMO DIA

Filha Amada,hoje faz vinte e quatro meses do nosso último encontro, último olhar, face a face, nosso último abraço de um tchau, de um até mais. Sem que tivéssemos a menor idéia que seria o último toque e último olhar. Mas posso dizer que eu te amei sempre, mesmo não sabendo, não tendo consciência. Eu te amei, porque nossa relação de mãe e filha era sólida era forte, não trocávamos ofensas, mesmo quando tinhamos opiniões diferentes a respeito de algum assunto. E sei que esse amor era recíproco.           E continuo te amando para sempre meu anjo. E assim te espero minha Gabyzinha...                                                                                                               (Rosângela G Andrade)

sábado, 8 de março de 2014

AFAGO

Era assim. Você me pedia afago nos seus longos cabelos até adormecer. E na escuridão da noite, aconchegava-me ao seu lado e atentava-me para o compasso do seu respiro jovem. A tudo eu contemplava. Observando em silêncio, suas mãos delicadas, seus cabelos longos e macios...Minha filha! extensão de meu ser. Te amo ainda que só possa te ver nas lembranças da minha memória e nas fotografias deixadas. O amor que tenho por você hospedado em meu ser jamais irá embora.                                                                                       (Rosângela G Andrade)

segunda-feira, 3 de março de 2014

DESABAFANDO COM GABYZINHA

Olá querida da mãe! Sabe, outro dia fui a uma festa de aniversário, de uma menina, uma criança muito amada assim como você. Lá fiquei observando as meninas, procurando algo nelas, que parecesse com você. E encontrei. Sim, encontrei a meiguice, a simpatia e a ousadia. Nossa! que saudade! Ah! Filha! como é difícil ir a uma festa nesses tempos de agora. Acho que as pessoas acham que não quero prestigiar. Mas não é isso. É que não estou em sintonia com a alegria das demais pessoas...É também porque te procuro e não te encontro. Não. Não te encontro inteira completa. Lá na festa, segui um padrão seu, sentei a uma mesa bem no cantinho do salão como você gostava. E assim te espero minha lindona! Amada!                                                          (Rosângela G Andrade)

QUANTA FALTA