quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
NÃO DEIXO...
Meu anjo lindo! Para hoje sem palavras! Apenas lágrimas...T AMO D + ÃO Minha linda! Uma data que ficou juntinha do Natal, atravessei mais este... E não deixo de te esperar... (Rosângela G Andrade)
domingo, 29 de novembro de 2015
TÃO SEM...
Oi filhinha! Quanta saudade! Se fez completo agora passado dia 26/11/15, 44 meses de tua ausência tão sentida...Estou aqui sem... Tão sem você...Tão sem...Sem contemplar teu sorriso largo...Sem ouvir tuas gargalhadas...Sem teu carinho...Sem teu abraço...Sem tuas brincadeiras e pegadinhas...Sem aquele teu jeito liberdade e libertador...Tão sem...Sem aquele trato acolhedor...Tão sem...Sem ver aquele rostinho aborrecido,quando o sol não se fazia presente...Tão sem...Sem ouvir suas idéias aventureiras...Tão sem...Sem de ver tua calmaria num momento de desesperar...Tão sem...Sem ouvir você declarando teu amor pela bicharada e dedicando-te a eles...Tão sem...Sem ouvir teus planos para o futuro, que não eram poucos...Tão sem...Sem aquele encorajamento que só você sabia passar...Tão sem...Sem Gabriela...Sem Gabriela que quando pequena, me disse: mãe ainda bem que você e o pai não deixaram que eu cortasse o cabelo, pois Gabriela sem aquele cabelo longo, não seria Gabriela!...Tão sem...Sem Gabriela de cabelos longos ou curtos, sem Gabriela...Mas sempre te esperando...Sempre...Sempre te amando... (Rosângela G Andrade)
terça-feira, 27 de outubro de 2015
ESQUECER??
Gabyzinha querida, não dá e não posso esquecer, ontém 26/10/15, se fez completo 43 meses de tua ausência, a qual me impõe gigantesca saudade.A poucos dias atrás acordei na madrugada , com os ruídos do seu amado menino, sim o seu cachorro, pois com sua audição apurada já identificava os trovões que se aproximavam. Abri a porta e deixei que entrasse, pobre bichinho tão indefeso e assustado, procurou um cantinho escuro e lá ficou. E eu? Eu perdi o sono por conta de uma febre, preparei um chá e fui a sala, sentada ali em uma poltrona, permaneci por muito tempo, ouvindo o som dos trovões e da chuva que se intensificavam. Então nesta solidão, não pude deixar de contemplar o cenário de nossas vivências, permitindo meu pranto calado, percorri os anos atrás sem pressa e com muita saudade! Muita saudade!...Daquela sala cheia de risos, brincadeiras, algumas falas desencontradas e muita alegria...embora é claro como em toda família alguns momentos de tristeza passageira também se fizeram presentes. Mas sem dúvida os momentos de alegria eram muito mais presentes, o que faz ainda maior e intensa a dor de tua ausência minha menina...minha menina...E assim vou sobrevivendo e te aguardando e sempre te amando!... (Rosângela G Andrade)
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
INESPERADAMENTE
Oi querida! Sabe essa foto, foi um dia que você veio! No dia do aniversário do seu irmão, pensei muito em você e que você deveria estar aqui, bem que você podia chegar, e inesperadamente recebi esta foto editada por uma amiga muito especial. E você dizia: Mãe, receba hoje meu abraço e todo meu carinho. Então de uma forma você veio...e eu continuo te esperando...te amando sempre... (Rosângela G Andrade)
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
RUPTURA
Oi filhinha amada! Nossa quanto tempo! Dois dias atrás 26/09/15, se fez completo 42 meses da imposta ruptura de nossa convivência...De nossos olhares, nossos abraços, nossos dizeres, nossas brincadeiras, nosso choro, nosso riso,nossas dores, nossa saúde, nossos passeios, nossos sonhos, nossa vida partilhada. Ao mesmo tempo que pode parecer tanto, também pode parecer pouco o tempo, principalmente quando se trata do fatídico anunciado. Escrevi uma vez que vivemos num palco. Sim o palco da vida. Mas desde que me vi sem a tua dulcíssima presença, deste palco eu saí. Procurei ficar na platéia. Sim. Fico aqui olhando quem vive, enquanto te espero. Mas tenho um grande amigo que atua no palco e ao mesmo tempo não me deixa sozinha na platéia, um dia ele me dirá se devo subir ao palco, enquanto isso cheia de saudade te espero minha amorsinha lindaaa! (Rosângela G Andrade)
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
SOPRO
Querida! Então hoje 26/08/2015 a mais ou menos 22 horas atrás completou se 41 meses de sua ausência, imposta pela maldade "humana." Mas nada mudou, pois parece que foi agora e a dor causada não é um sopro como a vida, pois convivo com ela dia e noite todo esse tempo. Outro dia li um texto muito bonito definindo a saudade, dizia assim: saudade é o amor que fica. Eu já digo que saudade não se define, não se explica,se sente, mas há uma meia verdade é o amor que fica, mas pertence somente aquele que está ausente é intransferível e é com muita saudade que te espero... Também fico no aguardo da justiça, aqui nesse mundo já consta tudo nos altos do poder judiciário eu sei que esse é devagar e por isso já coloquei nos altos do poder de Deus, afinal ele tudo sabe e tudo vê não tem que investigar é nele que confio plenamente...E por isso também eu sobrevivo e vivo a te esperar, pois você já chegou muitas vezes... (Rosângela G Andrade)
terça-feira, 28 de julho de 2015
SEPARAÇÃO IMPOSTA
Querida neste ultimo mes dia 26/07/15 se completou 40 meses que você partiu me deixando uma dor inconsolável...É volumosa a saudade que sinto, mal consigo colocá-la em palavras...Hoje minha alegria é triste e não há nada que me faça sair do chão. Não. Não há emoção que me motive a pular...Até posso sentir alguma alegria, mas é leve como brisa passageira. Dois dias antes 24/07/15 você completaria 25 anos. Pois é 21 anos para quem está junto parece bastante. Mas quando a separação é imposta, é tão pouco e não perece que é simplesmente é. E 40 meses é uma eternidade angustiante, tortuosa,dilacerante,insuportável, gigante. Mas assim te espero meu anjo lindo... (Rosângela G Andrade)
sábado, 27 de junho de 2015
CONSTATAÇÃO DA EXISTÊNCIA
Querida Gabi! Ontém completou 39 meses de imensurável saudade de você meu anjo lindo...O corpo se movimenta...A boca fala... Os ouvidos ouvem...O cheiro é sentido...O coração bate...O pensar não para...O respirar não cessa...Os olhos vêem...Comer é preciso...Dormir é necessário...Acordar é constatar vida...Mas a tristeza é profunda...Só resta uma existência ferida...Os olhos vêem mas choram...A boca fala, mas chora...O nariz cheira, mas entope, por causa do choro...Os ouvidos ouvem, mas doem, por causa do choro...O pensar acelera, o choro também...O coração acelera, o choro também...Comer já nem é preciso...Mas afinal o que é uma existência ferida? É um morto em carne viva...Do qual grande alegria fez se despedida...Constatando isso ainda te espero... (Rosângela G Andrade)
terça-feira, 26 de maio de 2015
SIM É VERDADE EU...
Querida! Hoje se completam 38 meses de sua ausência, e eu não entendo mais a palavra Luto, mas sim eu sinto ela todos os dias... Eu luto quando eu acordo e já me dou conta que você não está aqui...Eu luto quando eu levanto pela manhã e sentir mais um dia...Eu luto quando vou tomar café, e você não está aqui para pedir que eu te prepare um misto quente...Eu luto quando não ouço sua voz empolgada me convidando para ir a algum lugar... Eu luto quando vou preparar uma refeição, logo lembrando os pratos que você apreciava...Eu luto quando penso em quantas coisas eu ainda tinha para te ensinar e para aprender com você...Eu luto quando estou entre pessoas que dão risada do que já não tem a menor graça...Eu luto quando busco atividades que encurtem os dias longos...Eu luto quando busco paciência para suportar a intolerância daqueles que não me entendem...Eu luto quando a noite chega e você não chega com ela, trazendo alegria...Eu luto quando lembro que o mal venceu, te conduzindo a morte por mesquinharia...Eu luto quando busco confiar, sim é porque já não confio mais em ninguém...Eu luto quando o telefone toca, e alguém chama por você...Eu luto quando saio e percebo os inúmeros lugares e momentos que compartilhamos a companhia uma da outra...Eu luto quando tolero que ao pronunciar o seu nome, pessoas cortam radicalmente o assunto, não se dão conta de quanto minha percepção se aflorou, ouço falar de tantos mal feitores, os quais eu não queria ouvir por um segundo...Eu luto quando interajo com teus bichos e lembro do carinho que você dedicava a eles...Eu luto quando busco na leitura um aquietamento...Eu luto quando busco ao plantar, um pouco do admirar o que é vivo...Eu luto quando muitas vezes tenho que comer sem apetite...Eu luto quando muitas vezes tenho que sorrir com vontade de chorar...Eu luto quando o sono não chega, dando acolhimento as mais diversas lembranças, quando você pequenininha vinha me acordar pedindo um ladinho da cama para ficar mais quentinha, ou então já adolescente, ajoelhada ao lado de minha cama, mostrava desespero por não conseguir falar, a dor de garganta e a febre falavam por você...Então nada como o coração de mãe que esconde a aflição, e com amor remédio, chazinho , abraço, carinho e cafuné, contorna a situação...Pois é até mesmo de momentos desconfortáveis, acabo sentindo saudade...Eu luto quando busco meios para manter o equilíbrio, a paciência, a lucidez...Eu Luto... E assim te espero meu anjo... (Rosângela G Andrade)
segunda-feira, 18 de maio de 2015
O VÍNCULO
A saudade de uma mãe, que teve a materialidade humana de sua filha ferida brutalmente e roubada, não se corta como é cortado o cordão umbilical, que ata ela ao filho ao nascer. O vínculo afetivo costurado entre mãe e filha(o), é muito maior e vai além do raciocínio alinhavado da lógica. Essa saudade, não tem acordo com os passos do tempo...Essa saudade é o amor gritando calado dentro de um nó hospedado na garganta. E quando o nó não se desfaz, então faz escorrer água pelos olhos da dor. Mas a saudade continua e o amor também, gritando que vive e nunca morrerá. É assim que eu me sinto minha filha linda e fico assim a te esperar... (Rosângela G Andrade)
quarta-feira, 13 de maio de 2015
VOCÊ SEMPRE SERÁ
Minha linda! Lembro como você gostava de cantar esta música, que aqui só tem a letra.( Cantora Marjorie Estiano)
domingo, 26 de abril de 2015
ROUBADA
Minha menina, hoje 26/04/15, por volta das 02:00 se fez completo trinta e sete meses de sofrer. Gabyzinha no território de meu coração ferido por tua ausência, eu me perco e me revolto...Foi roubada a materialidade do nosso aconchego... Quando estamos aqui para os nossos filhos e nossos filhos para nós...O futuro é apenas um detalhe...Porque o presente é gigante...Na ausência não habita o amanhã, o presente, muito menos o futuro...É com muita saudade que te espero...espero...espero...sempre... (Rosângela G Andrade)
segunda-feira, 13 de abril de 2015
JUNTAS
Gabyzinha querida! O que vivemos juntas está escrito em minhas retinas. As memórias vivem em meu ser, então viajo nelas, mas em algum momento as lembranças me conduzem ao violento barulho da realidade que choca! Revelando a existência do amargo que se abriga na esquina da alma. Alma que chora sem reservas...Alma que grita calada...Alma que espera...Que espera você... (Rosângela G Andrade)
quinta-feira, 9 de abril de 2015
PROCURO
Filha amada! Me sinto tão só, me sinto tão só...Me sinto tão só, longe de você...Me sinto tão só longe do seu amor...Todos os dia eu procuro você...Me sinto tão só, mas não de pessoas...Me sinto só de não te ver...Me sinto só de vontade de sentir o teu abraço...Me sinto só longe de você, o mundo perdeu o encanto...E o sabor de viver tornou-se amargo... (Rosângela G Andrade)
SORRIDENTE
Querida! Hoje vou copiar as palavras de sua prima Fabiana, ela comenta nesse álbum de fotos: Hoje 26/03/15 completa tres anos que a Gabi não está mas entre nós, lembranças de momentos tristes nesse dia sim, dói muito lembrar sua ausência! Mas quando vejo suas fotos tão linda, sorridente a impressão que tenho é que está aqui, é tão presente! Este sorriso ficará na saudade, jamais se apagará!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
SEMPRE MINHA FILHA SEMPRE
Querida! Completou-se nesta madrugada 35 meses de sua triste ausência. Filha! Filha! Que sentimento cruel e impiedoso é esse? Que alguém ousa dizer-me que vai passar? Que o tempo cura? Não. O tempo não cura, só faz agigantar-me a saudade que sinto de você. Sobreviver na morte é muito difícil e tortuoso. Pois me é imposto "viver", como se nada estivesse doendo, como, como se tudo fosse como era. Fato é: que não é mais, mas só eu sei disto. Filha para mim, você não é um passado, muito pelo contrário, você não era minha filha, você é minha filha. Dói muito. Dia após dia tenho que levantar com uma solidão, um vazio, que nenhum ser humano preenche, tenho que dar conta de cobranças, de perguntas para as quais não há respostas, não há como explicar, pois o que sinto não é transferível, tenho que sorrir quando um nó está estourando na garganta e os olhos latejam quando tento segurar as lágrimas que tem urgência de fazer seu percurso. Te Amo! Minha Filha! E assim transbordando de saudade te espero minha amada filha!,,, (Rosângela G Andrade)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
00:00
00:07 Neste horário a 34 meses passados, lembro bem o que eu fazia, o gosto daquele dia que estávamos na praia e você não. Tentei ligar algumas vezes e seu celular estava fora de área,isso tinha sido a tarde, até que recebi uma mensagem que ainda tenho guardada no meu, dizendo: ligue agora já estou disponível para receber ligação, era 15:10 então tentei novamente sem sucesso. Mais tarde às 17:15 você ligou dizendo: Mãe que bom que não viemos a Rio Negrinho cedo, pois assim já estamos indo embora! Você não gostava de ir pra lá. E você disse: vim pra cá hoje porque no próximo final de semana quero ir a praia passar com vocês. Pois é e foi nossa última conversa. Neste mesmo dia nesta hora do início do texto eu estava indo dormir para ser cordada às 02:10 para receber a notícia de um "acidente". O qual até às 05:00 da manhã eu não sabia a gravidade. Então não é março, mas é domingo e dia 25/01/15 como naquele ano. Lembro cada detalhe como se fosse ontém. Lembro das horas do dia do cheiro, do clima, de conversas, inclusive do dia anterior, antes de irmos à praia, fomos comprar um presente para você e seu irmão, era um dia bem quente, já o domingo nem tanto. Pois é 34 meses de dor e saudade e seus assassinos estão por aí curtindo a vida! Por que neste país a lei favorece somente a eles. Lei PORCA que só favorece bandidos! Porque será que não é mudada esta constituição? Hein? Porque tem todo tipo de bandido se favorecendo...Gabi saudades de você, saudades de você, saudades de você...Te Amo Te Amo Te Amo!!! Te espero! (Rosângela G Andrade)
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
NADA COMPARADO
Minha querida. Que saudades de jogar frescobol com você. Saudade! Na verdade, saudades de muito mais, de inúmeras coisas que fazíamos juntas. Nossa como faz falta! Faz muita falta! Hoje não tenho parceria nesse jogo tão amigo. Um jogo tão amigo sem adversário que é o frescobol...Um jogo que não exatamente precisa ser jogado em areia a beira mar, mas na vida...Sim no dia a dia, já que é dito que a vida é um jogo...Não. Não tenho parceria nesse jogo. Mas sinto que a vida me impôs outro jogo, o vôlei. Sim o vôlei da vida, um jogo um tanto agressivo, pode se dizer altamente competitivo, onde tem que vencer a lógica ou a razão. Um jogo estreito. Sim tão estreito que não cabe o sentimento. Sim o sentimento do amor da compreensão. Tão estreito que pode ferir profundamente o " adversário" em nome da própria vitória, da lógica e da razão. Nada comparado ao frescobol. Nada comparado ao andar lado a lado com a mesma emoção habitando o coração. Está aí algo que nós duas não apreciávamos a competição. Te amo filha! Sempre! E assim te espero...quem sabe para uma jogada amável de frescobol...Loucura?? ( Rosângela G Andrade)
domingo, 4 de janeiro de 2015
MOLECA
sábado, 3 de janeiro de 2015
ÚLTIMOS TEMPOS
Oi minha princesa linda! Tem sido tão difícil nesses últimos tempos escrever para você. Sim escrever para você, porque eu espero um dia ver você ler tudo que eu escrevi... Em um caderno o qual ilustrei a capa com suas fotos, escrevi muito, de duzentas folhas acho que somei mais umas trezentas. Sim eu tenho muito amor ainda guardado e transbordado nas curvas das letras. O que sinto em amor e saudade é volumoso. E não cabe só guardar e desse amor que falo e escrevo, ele é seu , é destinado para você é intransferível, era para uma vida longa... Tem sido difícil escrever porque passamos datas em que você deveria estar presente. Mas a única presença é a sua ausência tão doída... Quando escrevo quatro palavras, já são dúzias de lágrimas que me retém a visão, as mesmas caem sobre o papel que descrevo meus sentimentos sem ilusão. Assim vou seguindo. Assim te espero... (Rosângela G Andrade)
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