LIMITE
Gabi. Sentada aqui sobre as pedras, sentindo a brisa fresca no rosto,observo o movimento do mar. O silêncio é quebrado quando as águas se chocam no limite das pedras. O som é violento. O limite das pedras que aprisionam as águas, fazem com que elas protestem. Sim protestam pela liberdade, protestam pela libertação do sofrer. É luta sem fim. As águas que se chocam com as pedras, me remetem aos conflitos que experimento. De repente sou tomada de lembranças, mas minha idade adulta, já não permite o choro desvendado da criança, é necessário esconder. E assim te espero... (Rosângela G Andrade)
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