domingo, 28 de setembro de 2014

CONDIÇÃO QUE APRISIONA

Amanheci com ausência de infância...Quando tudo era desenhar sonhos...Coisa simples, andar descalça, correr subir em árvores, cair ralar-se...Chorar e ter a certeza dos braços abertos da mãe...Para acolher o choro tão sentido pela queda ocorrida...Essa ausência faz o dividir entre a idade adulta e a inocência da infância...Sim adulta, condição que aprisiona o ser... E agora? Para que braços eu vou correr?...E agora? Meu choro tão sentido quem vai acolher?... Me diga Gabyzinha...                                                                                            (Rosângela G Andrade)

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