segunda-feira, 4 de novembro de 2013

VIOLENTO

É a saudade viva da filha morta. Vida morta nessa saudade viva. Digo porque não respiro na vida morta, mas sim na saudade viva. É violento o meu sofrer. A luta externa me alcança. A água que bate e quebra na rocha me coloca na realidade que experimento.                                      (Rosângela G Andrade)

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